"E aquele que falava comigo tinha uma cana de ouro, para medir a cidade, e as suas portas, e o seu muro." AP 21:15
A cana era usada para medir o cumprimento, media aproximadamente três (3,00) metros de cumprimento (Is 42:3), (Ez 40:5). Jerusalém é a obra, a nova obra realizada em nossos corações, é medida pelo Senhor, são as medidas do Espírito Santo, os limites do Espírito Santo, o Senhor com o seu poder opera dentro dos limites do Espírito, as bênçãos do Senhor são sob medida, de acordo com a necessidade de cada um. Suas portas: É o que absorvemos para nossas vidas, o que entra em nossos corações. Temos aceitado para as nossas vidas somente as orientações do Espírito Santo, ou temos também nos contaminado com coisas do mundo, temos nos alimentado somente do maná, de Jesus o pão da vida?, ou também dos manjares do rei, das panelas de carne do Egito? seu muro: O muro fala de proteção e também de limite. Nossa proteção é os meios de graça, (Clamor pelo Sangue de Jesus, consulta a palavra, oração, madrugada, jejum, (1Sm 17:40)) a nós revelados pelo Espírito Santo segundo nossas necessidades. Nossos limites não são os mesmos do Espírito Santo, aquilo que para a carne não tem nenhum problema, pode significar para o Espírito Santo uma infração a suas revelações, como as mentirinhas necessárias, os programinhas aparentemente inocentes da televisão etc. ... A cidade estava situada em quadrado:O quadrado tem quatro lados iguais. Não há meio termo na vida do servo, "antes seja o vosso sim, sim, o vosso não, não" (Tg 5:12), "aquele pois que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus" (Tg 4:4), "assim porque és morno e nem és quente nem frio, estou a ponto de vomitar-te da minha boca" (Ap 3:16). Nossa vida é medida pela nossa definição, definidos por Jesus, sem acepção de pessoas, posições sociais, financeiras, políticas, nossa benção, a medida de nossa fé somos abençoados igualmente, varões, senhoras, jovens; adolescentes, intermediários, crianças, obreiros, diáconos, ungidos, pastores, somos iguais diante do Senhor. Mediu a cidade com a cana até doze mil estádios: Os Nm sempre estão presentes nos ensinamentos da palavra, neste capítulo em especial os Nm são bem definidos uma vez que estamos falando de medidas. O muro tinha doze portas, nas portas doze anjos, sobre as portas os nomes das doze tribos de Israel, o muro tinha doze fundamentos e neles os nomes dos Apóstolos do Cordeiro, e por fim a cidade com doze mil estádios (Aproximadamente 178 m cada estádio.). O número doze então fala da igreja, o corpo, que iniciou-se com os doze apóstolos de Jesus, em Atos capítulo um e versículo quinze Pedro fala para cento e vinte (120) pessoas. Recebemos nossa benção estando nas limitações do corpo, onde o Sangue de Jesus está circulando, o Sangue de Jesus não circula fora do corpo, como no corpo humano. Seu cumprimento, largura, e altura eram iguais: a) Cumprimento: Retidão, nosso caminho é sempre para frente, adiante, sem retorno, sem variantes, dinâmico, "ninguém que lança mão do arado e olha para trás é apto para o reino de Deus" (Lc 9:62). b) Largura: "Então o anjo do Senhor passou mais adiante e pôs-se num lugar estreito, onde não havia caminho para se desviar nem para a direta nem para esquerda" (Nm 22:26), "porfiai por entrar pela porta estreita..." (Lc 13:24). c) Altura: "Elevo os olhos para os montes; de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra" (Sl 121:1 e 2). A altura fala também da humildade, não querer aparecer pelos próprios conhecimentos, não querer está acima da revelação. "E necessário que ele cresça e que eu diminua" (Jo 3:30).
Cantinho da Nathy **
ηєм ∂є ℓσηgє ѕσυ υмα ρєѕѕσα ѕιмρℓєѕ, ∂єѕ¢σмρℓι¢α∂α.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Apocalipse 21:15.
sábado, 24 de agosto de 2013
Será! ? Amor...
As vezes fico me perguntando "Como podemos amar tanto uma pessoa? ".
Somos sim capazes de amar tanto que nos esquecemos de nós mesmos, para pensar no que ele (a) gosta, deixamos de ver um filme que gostamos pra ver um filme que o outro gosta, deixamos de comer o que gostamos, pra comer o que o outro gosta.
Isso é tão... Sei lá meio que besta né! ?
Mas na verdade isso é amor.
Amor que rompe barreiras, que supera as adversidades, que quebra os pensamentos maldosos...
Enfim AMOR VERDADEIRO!
sábado, 10 de agosto de 2013
Acidente
Foi difícil quando me vi ali naquele asfalto, estava em rumo ao meu trabalho, e rapidamente encheu a rua de curiosos, mas foi bom porque em meio aos curiosos havia uma pessoa q me acalmou e fez a ligação para o meu esposo. Rápido chegou a ambulância dos Bombeiros q me levou para o hospital, passei 05 horas ali aguardando a avaliação do médico, fiz os RX para saber se tinha quebrado algum lugar, porém naquele RX não deu nada e voltei para casa com o pedido da avaliação do Ortopedista no ambulatório, mas no dia seguinte voltei ao hospital e novamente num deu nada, voltei para casa. Só que aí fui em uma das UPAS que fiz outro RX, foi ai que onde apareceu a fratura na bacia. :(
Estou passando alguns dias em casa, mas não estou gostando de ficar deitada, ainda não consigo andar, isso me deixa muito triste e chateada, pq é no momento em q mais preciso de trabalhar. Mas Deus é maior e vai me ajudar.
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Antiguidades - Cora Cora Lina
Quando eu era meninabem pequena, em nossa casa, certos dias da semana se fazia um bolo, assado na panela com um testo de borralho em cima. Era um bolo econômico, como tudo, antigamente. Pesado, grosso, pastoso. (Por sinal que muito ruim.) Eu era menina em crescimento. Gulosa, abria os olhos para aquele bolo que me parecia tão bom e tão gostoso. A gente mandona lá de casa cortava aquele bolo com importância. Com atenção. Seriamente. Eu presente. Com vontade de comer o bolo todo. Era só olhos e boca e desejo daquele bolo inteiro. Minha irmã mais velha governava. Regrava. Me dava uma fatia, tão fina, tão delgada... E fatias iguais às outras manas. E que ninguém pedisse mais! E o bolo inteiro, quase intangível, se guardava bem guardado, com cuidado, num armário, alto, fechado, impossível. Era aquilo, uma coisa de respeito. Não pra ser comido assim, sem mais nem menos. Destinava-se às visitas da noite, certas ou imprevistas. Detestadas da meninada. Criança, no meu tempo de criança, não valia mesmo nada. A gente grande da casa usava e abusava de pretensos direitos de educação. Por dá-cá-aquela-palha, ralhos e beliscão. Palmatória e chineladas não faltavam. Quando não, sentada no canto de castigo fazendo trancinhas, amarrando abrolhos. "Tomando propósito". Expressão muito corrente e pedagógica. Aquela gente antiga, passadiça, era assim: severa, ralhadeira. Não poupava as crianças. Mas, as visitas... - Valha-me Deus !... As visitas... Como eram queridas, recebidas, estimadas, conceituadas, agradadas ! Era gente superenjoada. Solene, empertigada. De velhas conversar que davam sono. Antiguidades... Até os nomes, que não se percam: D. Aninha com Seu Quinquim. D. Milécia, sempre às voltas com receitas de bolo, assuntos de licores e pudins. D. Benedita com sua filha Lili. D. Benedita - alta, magrinha. Lili - baixota, gordinha. Puxava de uma perna e fazia crochê. E, diziam dela línguas viperinas: "- Lili é a bengala de D. Benedita". Mestre Quina, D. Luisalves, Saninha de Bili, Sá Mônica. Gente do Cônego Padre Pio. D. Joaquina Amâncio... Dessa então me lembro bem. Era amiga do peito de minha bisavó. Aparecia em nossa casa quando o relógio dos frades tinha já marcado 9 horas e a corneta do quartel, tocado silêncio. E só se ia quando o galo cantava. O pessoal da casa, como era de bom-tom, se revezava fazendo sala. Rendidos de sono, davam o fora. No fim, só ficava mesmo, firme, minha bisavó. D. Joaquina era uma velha grossa, rombuda, aparatosa. Esquisita. Demorona. Cega de um olho. Gostava de flores e de vestido novo. Tinha seu dinheiro de contado. Grossas contas de ouro no pescoço. Anéis pelos dedos. Bichas nas orelhas. Pitava na palha. Cheirava rapé. E era de Paracatu. O sobrinho que a acompanhava, enquanto a tia conversava contando "causos" infindáveis, dormia estirado no banco da varanda. Eu fazia força de ficar acordada esperando a descida certa do bolo encerrado no armário alto. E quando este aparecia, vencida pelo sono já dormia. E sonhava com o imenso armário cheio de grandes bolos ao meu alcance. De manhã cedo quando acordava, estremunhada, com a boca amarga, - ai de mim - via com tristeza, sobre a mesa: xícaras sujas de café, pontas queimadas de cigarro. O prato vazio, onde esteve o bolo, e um cheiro enjoado de rapé.
quarta-feira, 2 de março de 2011
Toda Mulher Tem Um Sonho...
Meu Grande Amor, estes 4 meses que estou casada com vc é apenas o inicio de uma grande história, um conto fadas que sempre tem final feliz.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Para Meu Grande Amor ...
Assim como os pássaros conhecem seus ninhos,
Sem dúvida num vôo livre,
Que se abre no infinito.
Aprendi a caminhar com você,
Assim como as estrelas respeitam o brilho da lua,
Que sabe que como aquela só existe uma única no mundo.
Aprendi a brigar com você,
Assim como as ondas do mar que brigam e se debatem inutilmente,
Para depois se transformarem em espumas suaves na areia.
Aprendi a entender você,
Assim como as montanhas entendem as nuvens e se esticam como se pedindo chuva para os seus campos secos.
Aprendi a Amar você,
Assim como os pássaros amam a liberdade,
Os rios amam suas águas,
As estrelas amam o céu,
As ondas amam o mar,
As montanhas amam seus campos.
Aprendi a amar você como o mais puro e sublime sentimento,
Assim como Eu Amo DEUS eternamente.
TE AMO !!!

Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO Te AmO 